“A espada mais brilhante e gloriosa, era um pedaço de metal que nunca saiu daquele castelo, que nunca participou de uma verdadeira peleja. A mulher sentada ao seu lado no trono, era somente um presente de algum dono de terra querendo subir mais na vida. Todas as honrarias em seu nome e bravuras cantadas por sua família, eram somente historias para levantar sua moral. Os soldados serviam ao mais bravo. O mais bravo dos covardes, afinal ele nunca sairá dos limites do castelo. Todos temiam a fúria do seu punho. Que nunca teria coragem de machucar um passarinho. Suas palavras eram sabias e divulgadas por todo o mundo, mas era tudo conhecimento que ele adquiriu lendo os livros de sua grandiosa biblioteca, ele não sabia se realmente podiam ser aplicados a vida. Todo o seu ouro era herança de família e impostos cobrados daqueles que realmente trabalham. Sua beleza era conhecida por todo os reinos, mas era a de um garoto que não tem cicatrizes de homem para contar. O único boato que corria no reino era que sua esposa era ‘improdutiva’, mal sabiam todos que ele só não queria se deitar com ela. Aqueles olhos que todos viam sabedoria e sapiência, eram olhos de quem não podia estar com a mulher amada. E este, era o Rei de todos os Reinos. O Soberano de todos os Soberanos. O Poderoso entre os Poderosos. O mais triste entre os felizes.”
Texto: Pietro Amaral
Desenho: Caio Chagas

“A espada mais brilhante e gloriosa, era um pedaço de metal que nunca saiu daquele castelo, que nunca participou de uma verdadeira peleja. A mulher sentada ao seu lado no trono, era somente um presente de algum dono de terra querendo subir mais na vida. Todas as honrarias em seu nome e bravuras cantadas por sua família, eram somente historias para levantar sua moral. Os soldados serviam ao mais bravo. O mais bravo dos covardes, afinal ele nunca sairá dos limites do castelo. Todos temiam a fúria do seu punho. Que nunca teria coragem de machucar um passarinho. Suas palavras eram sabias e divulgadas por todo o mundo, mas era tudo conhecimento que ele adquiriu lendo os livros de sua grandiosa biblioteca, ele não sabia se realmente podiam ser aplicados a vida. Todo o seu ouro era herança de família e impostos cobrados daqueles que realmente trabalham. Sua beleza era conhecida por todo os reinos, mas era a de um garoto que não tem cicatrizes de homem para contar. O único boato que corria no reino era que sua esposa era ‘improdutiva’, mal sabiam todos que ele só não queria se deitar com ela. Aqueles olhos que todos viam sabedoria e sapiência, eram olhos de quem não podia estar com a mulher amada. E este, era o Rei de todos os Reinos. O Soberano de todos os Soberanos. O Poderoso entre os Poderosos. O mais triste entre os felizes.

Texto: Pietro Amaral

Desenho: Caio Chagas

“O mundo é engraçado. Todos vêem o tempo como uma concepção diferente da minha. Para os pais das crianças atuais, eles passaram por diversas mudanças na historia. Essa geração não espera nada e ninguém. Eles querem a transformação e querem para agora. Eles querem mudar e não agüentar ficar parados. Já os pais dos pais dos pais deles, esses não viram o mundo mudar tão rápido assim. Eles aproveitavam mais o tempo que tinham, eles não se importavam com o mundo tecnológico e o futuro tão, tão distante. Eles tinham tempo de andar com os amigos, ler um livro e até mesmo, ver o tempo passar. Eu vivi em todas essas épocas. E sou triste por estar nesta nova geração colorida e rápida. Meu mundo era mais bonito quando era preto-e-branco e aproveitávamos o tempo. Meu nome é Anachrom, e esta é a minha historia.”
Texto: Pietro Amaral
Desenho: Caio Felippe 

“O mundo é engraçado. Todos vêem o tempo como uma concepção diferente da minha. Para os pais das crianças atuais, eles passaram por diversas mudanças na historia. Essa geração não espera nada e ninguém. Eles querem a transformação e querem para agora. Eles querem mudar e não agüentar ficar parados. Já os pais dos pais dos pais deles, esses não viram o mundo mudar tão rápido assim. Eles aproveitavam mais o tempo que tinham, eles não se importavam com o mundo tecnológico e o futuro tão, tão distante. Eles tinham tempo de andar com os amigos, ler um livro e até mesmo, ver o tempo passar. Eu vivi em todas essas épocas. E sou triste por estar nesta nova geração colorida e rápida. Meu mundo era mais bonito quando era preto-e-branco e aproveitávamos o tempo. Meu nome é Anachrom, e esta é a minha historia.”

Texto: Pietro Amaral

Desenho: Caio Felippe 

E o desafio começa!

Este blog foi criado para somente uma coisa. Divulgar a arte do desenho. E como vamos fazer isso? Os dois criadores terão 30 dias para criar 30 personagens. Um por dia. Frenzy-style! Um deles (este que vos escreve) criará 30 mini-historinhas para introduzir a personagem a vocês e o outro (este sim vai sofrer) terá 1 dia para usar a historinha e uma breve descrição que vai receber, para criar um personagem. E ai, are you ready?!